O local que faz parte da história da cidade e reune hoje diversas vertentes culturais, já passou pela fase black em seu início, frequentada pelos admiradores da música negra, com seus cabelos Black Power e que iam nos salões em busca dos bailes de samba Rock, principalmente no clube Palmeiras. Em 76 teve sua primeira lojas de disco, a "Wop Bop", e no ano seguinte a "Grilo falante". Em 78 surgiu a Baratos e Afins (até hoje na ativa) do lendário produtor Luiz Calanca, que vendia todo o tipo de música, desde MPB e jazz, até rock e outros gêneros.
Nos anos 80 e o Rock começou a dominar o ambiente. Foram se aproximando alguns grupos de Punk Rock, atraídos pela primeira loja voltada para este segmento, que tinha como proprietário, o Fábio, vocalista do seminal grupo Olho Seco. O movimento mal visto na época, chegou a ocasionar a expulsão do Fábio, da Galeria.
Em 1991 foi criada uma Associação, que seria o embrião do Instituto Cultural, com o intuito de revitalizar o local. O espaço ficou mais aberto para qualquer jovem frequentador, e ali se misturaram a cultura Hip Hop, o Skate, a tatuagem, o piercing. Nessa período chegou-se a serem desenvolvidas dissertação de Mestrado e até tese de Doutorado sobre a Galeria.Hoje um grande número de entidades, desde ONGs como o Greenpeace, até órgãos públicos como a Secretaria de Estado da Cultura estão apoiando o Instituto Cultural Galeria do Rock, que pretende agora tornar realidade também o Centro Cultural, que virá a abrigar futuramente o Museu do Rock. Nessa nova fase abrigará mais eventos e performances.
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| Antonio Souza Neto, presidente do Instituto |
Com essa boa notícia, só podemos desejar vida longa a Galeria!!!
Deixo vocês com Luiz Calanca, dono da Baratos e Afins, na galeria desde 78.
Fonte: www.galeriadorock.org.br
Deixo vocês com Luiz Calanca, dono da Baratos e Afins, na galeria desde 78.
Fonte: www.galeriadorock.org.br
