Mostrando postagens com marcador arte digital. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arte digital. Mostrar todas as postagens

Estrelas de ontem usando as mídias sociais de hoje


O designer Ashley Stephenson parece ser um sujeito tímido, o que talvez explique por que ele prefere ir por seu pseudônimo criativo G/tr. Mas o ponto, na verdade é que ele criou um projeto para interno para o NYT que tem como motivação mostrar o prestígio do jornal dentro deste novo contexto da era digital.

Para cada uma das imagens, Ashley imaginou como astros do passado estariam interagindo com essas novas ferramentas do mundo moderno.

"Foi apenas uma maneira divertida de imaginar como os ícones do passado poderiam estar usando digitalmente o NYT ". Ashley continua. "Acho que o interesse vem de quanto a indústria editorial mudou na era digital, e quanto as publicações têm lutado contra isso. Certamente com os novos artigos instantâneas do Facebook, parece que estamos a caminhando de maneira irreversível por este caminho."

O que é mais interessante sobre isso é o quão prontamente aceitamos um retrato de James Dean ou Marylin Monroe debruçado sobre um Mac - e a necessidade de um segundo olhar para perceber o que há de errado com essa imagem. Enfim, uma ideia simples e bem executada.






Fonte: www.itsnicethat.com
Share:

Kazuhiko Okushita e suas incríveis animações de apenas uma linha


Kazuhiko Okushita cria animações caprichosas e ilustrações com apenas uma única linha. Sua arte é refrescante em sua simplicidade, embora haja também uma profundidade tranquila como característica de suas criações.

Sua  animação "Linha Vermelha", de 2009, capta os ritmos da vida. Os personagens que surgem e desaparecem a partir da mesma linha são incrivelmente expressiva, como os bonecos bidimensionais que ganham vida com emoções e maneirismos próprios.

"Linha Vermelha" também emprega um símbolo clássico da mitologia japonesa e chinesa: o a linha vermelho do destino, que supostamente liga almas gêmeas e é impossível de ser cortado - apesar de na vida, naturalmente, nem sempre funciona dessa forma.

Outros exemplos do trabalho de Okushita, tais como suas animações em GIF da 'Água viva' são mais simples e uma excelente utilização do formato. Há algo reconfortante na observação da água-viva desaparecer e re-aparecer e seu contorno é gracioso e hipnotizante.

Confira alguns de seus trabalhos












Share:

Saiba mais sobre o projeto 'They dont sing anymore' de Allan Rodrigo


O artista Allan Rodrigo desenvolveu o projeto 'They dont sing anymore' com o propósito de homenagear alguns de seus cantores preferidos que infelizmente já se foram.

No site do artista você pode conhecer melhor esse trabalho incrível, mas por hora fique aqui com uma amostra...








Fonte: designyoutrust.com
Share:

Celebridades e ícones pop completamente tatuados


Nesta série de Chennye Randall, 'Shopped Tattoos', o artista residente em Seattle imagina como celebridades, líderes mundiais e personagens fictícios ficariam se fossem cobertos por tatuagens. Não apenas uma pequena no bíceps, mas nas costas, mãos e rosto, ambos os braços.

Randall frequentemente adorna seus personasgens usando o estilo clássico "Sailor Jerry" de tatuagens. Eles são baseados símbolos náutico e apresentam pin up girls, jogos de azar, âncoras, entre outros. Apesar de sabermos que é falso, a manipulação nas imagens é chocante e divertida, pois vemos essas figuras importantes da sociedade por uma ótica totalmente diferente.

Confira...














Share:

Os GIFs surreais e absurdos de Bill Domonkos


Bill Domonkos é um artista visual e cineasta de São Francisco, Califórnia. Recentemente ele começou a postar alguns gifs que está produzindo em sua página no Tumblr.

Se você estiver familiarizado com qualquer um de seus trabalhos no cinema, vai perceber que os gifs animados ressoam igualmente quanto a estética de Domonkos. Em ambas as formas ele colide e combina idéias e imagens usando efeitos digitais, edição e manipulação de imagens, criando assim uma nova experiência. Seu trabalho é amplamente formado pela parte ilusória do cinema, aquela inefabilidade de uma expressão que só pode ser detectada por evocar determinadas imagens, sons e sentimentos.

Share: