Mostrando postagens com marcador giallos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador giallos. Mostrar todas as postagens

Foi!

foto by Lovely Rita
Por Claudio Cox | 

Não foi um conto de fadas ou uma dessas histórias de “garra e superação” que só servem mesmo é pra foder mais a cabeça de quem não nasceu pra essa merda toda. Foi xingado, brigado, embriagado, comido, fumado, unido, animado,  pensado, instintivo, compreendido, suado, caro pra caralho, trabalhoso, divertido, tenso e mais um monte de coisa. Como a vida de verdade é.

O que interessa mesmo é que foi. Depois de inúmeros trabalhados engavetados, ter o prazer de finalizar um, perdoem-me a propaganda gratuita, mas: “Não tem preço!”. Não sou nenhum discípulo de Maquiavel, mas determinados meios sem um fim doem demais.

Muito mais do que um disco (um puta disco!!!), tenho essa empreitada como um capítulo grandioso da minha vida. Tenho certeza absoluta que marcou também a vida de todos os envolvidos.  Foi uma experiência incrível.

“Cão Faminto” é o nome de batismo, nascido em dezembro de 2012. Eu assino com muito orgulho, faço teste de DNA numa boa. Sou um dos pais dessa criança que logo vai ganhar os toca-discos desse mundão, mas também I-Pods, MP3 players e sei lá mais o quê. Afinal, música é pra ser tocada e não importa muito como.

vendas vinil: caofamintovinyl@hotmail.com

Ova!

Share:

A primeira tour a gente nunca esquece!

Por Claudio Cox

Ontem (sábado 22 de setembro) foi um dos dias mais legais da minha vida, aliás, esse ano tá foda! Sai de manhã com meus comparsas de Giallos, Galvão e Tuba, e rumamos, ouvindo o novo da blues explosion para abrir os "caminho", para o jardim Elba (SP) onde iríamos fazer uma participação numa ação cultural para comunidade do bairro, mais especificamente na Rua Nova.

Depois de algumas dificuldades no trajeto, fomos salvos por um amigo que encontramos por acaso (ou não!), que nos indicou o caminho certo. Chegamos aos “45 do segundo tempo” do horário marcado para nossa apresentação, mas chegamos!

Familiarizados com a rapaziada, arrumamos as coisas e fomos conhecer o centro cultural que  alguns coletivos e voluntários mantêm (na unha!!!) lá na comunidade. Trampo lindo!!! Percebi o quanto é importante doar um pouco do seu conhecimento, habilidade, tempo, enfim... O buraco não é tão fundo assim, basta querer e não achar que tudo é de responsabilidade do poder público.

Tocamos como se aquela fosse a primeira apresentação das nossas vidas, foi emocionante!!! É louco ver como a música tem o poder de unir as pessoas, fazer música é muito mais que bu$iness e todas essas merdas, e não importa o estilo, pode ser rap, dub, rock, punk, clássica, salsa, sei lá, se ela vir da alma ela vai bater no peito...

Saímos às 16hs da Rua Nova ainda bestas com a experiência e rumamos para a segunda etapa,  uma apresentação numa feira de cultura independente num pequeno e aconchegante estúdio bar, ali na divisa de Santo André com São Caetano do Sul. Achamos o pico fácil dessa vez, estacionamos o Tubamóvel e fomos encher o bucho numa pastelaria em frente.

Share:

O dia dos Giallos

Por Claudio Cox

Amanhã faremos o grande show da nossa breve caminhada de pouco mais de um ano, tocaremos na Choperia do Sesc Pompéia. Pra quem não sabe, eu sou um dos integrantes dos Giallos, completam o trio Luiz Galvão e Flávio Lazarin. 

Quem é do rolê sabe da importância daquele palco na história cultural de São Paulo e do Brasil, portanto nem vou tentar explicar o significado disso tudo pra banda porque tenho certeza que não vou conseguir.

Essa apresentação faz parte da Mostra Sesc de Artes 2012, que segundo definição do próprio Sesc: “É um caminho de acesso a esses equipamentos de inclusão participativa ao mundo contemporâneo das artes”. Ficamos com duas datas, a primeira foi no dia 21/07 (sábado passado) no teatro do Sesc Santo Amaro e a outra será no dia 27/07 (vulgo amanhã!) na já citada Choperia do Pompéia. Fomos “enquadrados” no segmento Literatura da Mostra (chique, né?!) por conta de uma das nossas características principais: a Spoken Word.

A Spoken Word ou “Palavra Falada” (em tradução literal) é uma forma de arte literária onde um texto é falado em cima de uma base musical. Mais ou menos isso! Dizem que veio lá do começo do Blues e eu acredito, porque pra mim tudo veio do Blues, baby!

Share: