Por Rodrigo Roah
Chegada a Floripa. Do alto já se vê uma cidade muita mais planejada que a selva de Sampa. O sol brinda a pele com um lindo céu de brigadeiro.
No caminho até a Beira Mar Norte a beleza das gajas impressiona. Não que em Sampa não tenham belas mulheres. Acreditem! Mas o que em SP é exceção, em Floripa é regra.
Hospedado no Albergue do centro tratei logo de fazer uns camaradas na recepção do estabelecimento.
Vai a dica! Quer conhecer o que rola de melhor e mais barato numa cidade? Pergunte na recepção dos albergues. Os caras manjam.
Entre praias, baladas e afins fiquei sabendo que próximo ao meu repouso existia uma casa de lanches. O famoso grande e barato, manja? Ainda contava com uma bela vista iluminada da ponte Hercílio Luz. Perfeito pra matar a fome a baixos custos.
Na segunda vez que estive no recinto, fui acompanhado de dois camaradas que fiz no albergue. Pedimos e começamos a puxar assunto com o garçom que tinha um sotaque peculiar. Não se tratava de um Catarinense. Tratava-se de um gaúcho representante da famosa cidade de São Borja, terra de Getúlio Vargas.
O tomador de chimarrão dizia que já havia morado em vinte e oito cidades nos idos de seus 26 anos. Que fez tal peregrinação anotando causos e peculiaridades em escritos que gostaria de transformar em livro.



















